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5 Passos para Dominar a Teoria dos Conjuntos em Concursos

Thumbnail do artigo com o texto Teoria dos Conjuntos O Guia Definitivo e gráficos do diagrama de Venn

Entenda de uma vez por todas a Teoria dos Conjuntos e garanta sua aprovação!

Lembro-me de quando comecei a resolver minhas primeiras provas de matemática para concursos. Assim que eu batia o olho naquelas chaves, letras gregas e símbolos estranhos, a vontade era pular a questão na mesma hora. Parecia uma linguagem alienígena. Mas, depois de quebrar muito a cabeça, percebi que a Teoria dos Conjuntos é, na verdade, uma das ferramentas mais lógicas e organizadas da matemática.

Hoje, vou te guiar por esse assunto como se estivéssemos conversando na mesa de uma sala de aula. Sem decoreba, apenas o funcionamento real da coisa para você gabaritar. Vamos lá?

O que é um Conjunto, afinal?

Na teoria, a matemática aceita três ideias básicas sem precisar de uma definição supercomplexa: conjunto, elemento e pertinência.

Pense em um conjunto simplesmente como um agrupamento, uma classe ou uma coleção de coisas. Pode ser o conjunto das vogais do nosso alfabeto, os planetas do sistema solar ou os naipes das cartas de um baralho. Cada membro que entra na formação desse grupo é o que chamamos de elemento.

Se a letra “a” faz parte do conjunto das vogais, dizemos que ela pertence ao conjunto. Na matemática, usamos o símbolo ∈ para dizer que um elemento pertence ao conjunto, e ∉ para indicar que ele não pertence

Como damos nome aos bois (Descrevendo Conjuntos)

Ao lidar com a banca do seu concurso, você vai notar que os examinadores descrevem os conjuntos basicamente de duas formas.

A primeira é a mais óbvia: enumerando os elementos. Eles colocam tudo entre chaves. Exemplo: O conjunto das vogais é escrito como {a, e, i, o, u}.

A segunda forma, que é a favorita das bancas para tentar confundir o candidato, é descrever por meio de uma propriedade característica. Em vez de listar, eles escrevem a “regra” do conjunto. Por exemplo: A={xx é estado da região Sul do Brasil}. Lemos isso como “A é o conjunto dos elementos x, tal que x tem a propriedade de ser um estado do Sul”.

A Relação de Inclusão (Um dentro do outro)

Imagine o conjunto de todos os brasileiros e o conjunto de todos os paulistas. Percebe que todo paulista é, obrigatoriamente, brasileiro?

Em matemática, dizemos que o conjunto dos paulistas é um subconjunto dos brasileiros. Um conjunto A é subconjunto de B se todo elemento de A também pertence a B. Usamos o símbolo de inclusão ⊂ (lê-se “está contido”) para representar isso: AB.

Colocando a Mão na Massa: Operações com Conjuntos

É aqui que as questões de concurso realmente pegam fogo. Entender o que fazer quando misturamos dois conjuntos é o diferencial para sua aprovação. Vamos focar nas três operações principais:

O Segredo é Desenhar!

Se eu puder te dar a melhor dica de ouro da minha trajetória de estudos é: nunca tente resolver um problema de interseção ou união de cabeça. Desenhe as “bolinhas” (os diagramas de Venn) e vá preenchendo de dentro para fora, começando sempre pela interseção.

Viu como não é um bicho de sete cabeças? A Teoria dos Conjuntos é a base para matérias mais densas, como Probabilidade e Análise Combinatória. Portanto, domine esses 5 passos e você já estará à frente de boa parte dos seus concorrentes.

Bons estudos e até a próxima aula!

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